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Papa PIO X, atuando na Plêiade do Astral Superior deixa mensagem aos seus sucessores

Papa Pio X, ou Giuseppe Melchiorre Sarto, nasceu em Riese, 02 de junho de 1835 e desencarnou em Roma, 20 de agosto de 1914, seu papado foi de 04-8-1903 a 20-9-1914.

Em sua intransigência de 1912, excomungou Cônego Antônio Manoel da Costa Teixeira, quando este lhe apresentou o relatório de 02 de setembro de 1912, defendendo a Doutrina espiritualista Racionalista Cristã, como continuadora da obra de Jesus, o Cristo, fato que provocou a sua perseguição através da Diocese do Arquipélago de Cabo Verde, porém o Papa Pio X, só veio a reconhecer os verdadeiros ensinamentos de Jesus, explanados pela Doutrina espiritualista do Racionalismo Cristão, após desencarnar, e agora atua na Plêiade do Astral Superior.
Papa Pio X, como "infalível" perdeu a grande chance de se esclarecer e contribuir para aliviar o sofrimento da humanidade, implantando a Corrente Fluídica através da Limpeza Psíquica, com as irradiações dirigidas ao Grande Foco, Força Criadora (Deus).

Assim, só após sua desencarnação, como espírito liberto da matéria, portanto, esclarecido na espiritualidade e atuando na Plêiade do Astral Superior, tem deixado vários testemunhos em doutrinações na Casa-chefe do Racionalismo Cristão, entre elas esta por ocasião da páscoa, datada de 14 de abril de 1933, dedicada aos seus sucessores.

"Passam-se os anos, correm os dias, e a humanidade continua na mesma. É tal a sua ignorância, a sua cegueira, que não raciocina, vive iludida, faz somente o que lhe mandam, obedecendo aos seus eternos enganadores.

Até quando isso perdura, não o podemos dizer, mas estamos certos, certíssimos mesmo, de que em breve, muito breve, a luz da Verdade se fará sentir, fazendo-a acordar do pesadíssimo letargo em que se encontra.
Cristo, a alma mais evoluída que já desceu à Terra, durante a sua peregrinação por este planeta de misérias e sofrimentos, procurou sempre levantar os humildes, esclarecendo-os e fortificando-os para a luta. Desencarnou pregado a uma cruz, entre ladrões, porque não quis satisfazer a vaidade dos prepotentes do seu tempo, o orgulho e o ciúme dos homens de falso carácter, sem dignidade e sem honra, que o perseguiam.

Depois dele vieram os seus sucessores, falsos sucessores, falsos discípulos, que mais tarde, com o correr dos anos, chegaram até a querer tornar pública e fazer crer a sua infalibilidade. E não vos admireis porque eu também fui “infalível”… Sou um dos infalíveis que se dizia o discípulo máximo de Cristo, e hoje reconheço ter sido talvez um dos seus maiores traidores!

Grande Foco! Vida do Universo!  Aqui estamos a irradiar pensamentos às Forças Superiores para que a luz se faça em nosso espírito, e tenhamos consciência de nossos erros, a fim de evitá-los e nos fortalecer para praticar o bem.
Quando no célebre Concílio em que se ia resolver a infalibilidade do Papa, o grande Bispo Strossmayer, com a sua palavra cheia de calor, de inteligência e sinceridade, dirigindo-se aos seus companheiros, disse:
“Ainda que queirais fazer correr as águas do Tibre sobre as folhas da História, jamais conseguireis apagá-las, e, nomeando os inúmeros crimes, assassinatos e homicídios praticados pelos seus sucessores, Papas, acrescentou: “E ainda vos atrevereis a querer decretar a infalibilidade do Papa atual, Bispo de Roma, Pio IX? Tereis coragem para tanto? Se isso quiserdes tendes também que decretar a infalibilidade daquele que vos acabo de nomear, como o maior dos assassinos e intrujões”.

Grande Foco! Vida do Universo!  Aqui estamos a irradiar pensamentos às Forças Superiores para que a luz se faça em nosso espírito, e tenhamos consciência de nossos erros, a fim de evitá-los e nos fortalecer para praticar o bem.
E, aos gritos dos seus companheiros, ele ainda disse: “A minha palavra tem calor, mas a minha cabeça está serena. Não sou de Luthero, nem de Calvino, nem de Paulo, sou de Cristo e somente de Cristo”.

Nada adiantou, contudo, esse grande Bispo, porque foi decretada a infalibilidade do Papa e eu fui um infalível, e agora que sou uma alma esclarecida, que conheço a Verdade e que já há anos me venho batendo por ela, em companhia de outros que comigo também lutam em defesa da mesma Doutrina, eu que tornei popular, que tornei sagrada e mais sagrada ainda a eucaristia, que transforma um pedaço de trigo em homem, um pedaço de trigo em Cristo, eu tenho por obrigação restrita, devo, no dia de hoje, em que todos comemoram a desencarnação dessa alma grandiosa e sublime, fazer-vos sentir como temos sido ou fomos criminosos, procurando iludir aqueles que nos ouvirem.
Como Papa, podíamos sim, com os nossos ensinamentos e com a fé que em nós tinham todos os que criam na nossa seita, fazer a felicidade geral da humanidade, mas, como infelizmente, enquanto estamos no poder, sentimos aguçar em nós a vaidade, o desejo unicamente de opulência, fazemos o que todos os que se dizem mortais fazem.

Não fomos infalíveis, mas sim e simplesmente homem, lutando por uma causa que, em absoluto, podia ser nobre, por aninhar em seu meio homens que não tendo por vezes, e muitas, a noção da honra e do dever, embrenham-se na política, intervindo nos desígnios dos povos para desgraçá-los, Não podem senão fazer a desgraça, a completa desgraça duma Nação, dum povo, da humanidade em geral. O que foram os jesuítas em todos os tempos?! E o que fazem ainda hoje?...

Àqueles que aqui se encontram não podemos, portanto, deixar de fazer justiça. Nós os que trouxemos uma batina, nós os que tivemos sobre a nossa cabeça uma mitra, os que demos as nossas mãos e pés a beijar a muitos ignorantes, a muitos cegos, não podemos deixar de fazer justiça, elevando essa alma nobilíssima, valorosa e intrépida, qual foi a de Jesus, o Cristo, para fazer sentir à humanidade que ela vive enganada, ludibriada, e que é preciso acordar.

Não é com comemorações, com homenagens rendidas á matéria, matéria que apodrece vinte e quatro horas depois de deixar o espírito, matéria que não vale nada; mas sim, render homenagens às almas, a esta alma valorosíssima, era o dever de todo o ser que tem noção de alma, partícula luminosa do Grande Foco, e, portanto, irmã de Cristo.
Render homenagem a Cristo, é elevar o pensamento até ele, é fazer-lhe uma forte irradiação, a fim de atrair fluidos benéficos que venham fortificar o seu espírito, esclarecer o seu entendimento, e, ao mesmo tempo, suavizar as dores morais e físicas daqueles que vivem perambulando por este planeta de misérias e sofrimentos, cumprindo o seu dever, depurando os seus espíritos.
Quem isso fizer, ama e respeita a Cristo."

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